sábado, 31 de outubro de 2009

*FALSIFICARAM MINHA PÁGINA NO ORKUT*


(Imagem da internet)

"FUI ALVO DE ZOMBARIAS DEPOIS QUE
FALSIFICARAM MINHA PÁGINA NO ORKUT"

"Em 2006, tive minha página no Orkut cionada 3 vezes.
As fotos que apareciam nas páginas falsas eram minhas,
mas as informações contidas nelas eram todas inventadas.
Fui apresentada como lésbica e, depois, como garota de
programa. Cheguei a receber mais de 300 recados com
cantadas em uma semana. Passei a ser alvo de zombarias
e muitos conhecidos que acessaram as páginas falsas
se afastaram de mim. Na faculdade em que minha mãe
dá aulas, os alunos faziam piadinhas, deixando-a
constrangida.
Entrei na Justiça e consegui que o Google retirasse
o material do ar, mas eles se recusaram a fornecer
uma informação fundamental para a identificação dos
culpados. Só no fim de 2008 é que tive acesso a esse
dado, mas, depois de tanto tempo, as chances de
identificar os criminosos são mínimas, porque a lei
não obriga os provedores a preservar esse tipo de
dado. Estou brigando na Justiça para que o Google
seja responsabilizado pelas perdas e danos que sofri."

(A.C.C., 33 anos, psicóloga. Belo Horizonte, MG)


Observação:
Em cinco anos, quadruplicou no Brasil o número de
notificações relacionadas a fraudes, invasões e
tentativas de invasão sofridas por usuários
de computador.
FONTE: Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de
Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br)

(Imagem da internet)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

*AUTISTAS: QUANDO SERÁ A VEZ DELES?


Sou professora de Computação Gráfica e Aerografia, mas
escrevo mais como mãe do que como profissional. Meu
filho Erick, de 9 anos, é um autista não-verbal. Vocês
não podem imaginar como é triste quando um bebê não
abraça seus pais. Nem como é difícil ver o descaso com
a Educação Especial.
Crianças autistas, em geral, são incapazes de estabelecer
qualquer tipo de relação social e não têm condições de
frequentar turmas regulares.
Elas necessitam de educação especializada. Existem várias
linhas de trabalho aprovadas mundialmente, que nem sequer
exigem verbas. Basta vontade política. Apesar disso - e
de a lei garantir o acesso dessas crianças à escola
especial, bem como ao atendimento terapêutico -, milhares
de meninos e meninas continuam abandonados.

Como educadora, sei que o ensino especializado daria ao
meu filho - e a tantos outros autistas - reais
possibilidades de desenvolvimento. Hoje, infelizmente,
mantenho Erick em casa. Mas tenho esperanças de um dia
vê-lo conquistar progressos numa escola adequada.

Em algumas cidades, a Justiça exigiu a criação de vagas
específicas na rede pública. Mas isso é pouco. Uma
alternativa seria obrigar também as instituições
privadas. Por isso, faço aqui a súplica: os ministérios
da Educação e da Saúde precisam se unir para
solucionar essa questão.

(Lucy Santos, São Paulo)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

*PAPAGAIO CONGELADO*


Um dia, um sujeito ganhou de presente um papagaio. O bicho
era uma praga. Não demorou muito, logo se espalhou
pela casa.
Atendia telefone.
Gritava e falava sozinho nas horas mais inesperadas.
Dava palpite nas conversas dos outros.
Discutia futebol. Fumava charuto.
Pedia café, tomava, cuspia, arregalava os olhos,
esparramava semente de girassol e coco por todo lado,
gargalhava e ainda gritava para o dono de casa:
"ô seu doutor, vê se não torra faz favor!"
Uma noite a família recebeu uma visita para jantar.
O papagaio não gostou da cara do visitante e berrou:
"vai embora, ratazana!" e começou a falar cada palavrão
cabeludo que dava medo. Depois que a visita foi
embora, o dono da casa foi até o poleiro. Estava furioso:
- Seu mal-educado, sem-vergonha de uma figa! Estou cheio!
Agora você vai ver o que é bom pra tosse.
Agarrou o papagaio pelo cangote e atirou dentro da
geladeira: - Vai passar a noite aí de castigo!
Depois, fechou a porta e foi dormir. No dia seguinte,
saiu atrasado para o trabalho e esqueceu o coitado
preso na geladeira.
Foi só lembrar do bicho à noite, quando voltou para casa.
Foi correndo abrir a geladeira. O papagaio saiu trêmulo
e cabisbaixo, com cara arrependida, cheio de pó gelado
na cabeça. Ficou de joelhos. Botou as duas asas na cabeça.
Rezou. Disse pelo amor de Deus. Reconheceu que estava
errado. Pediu perdão. Disse que nunca mais ía fazer
aquilo. Jurou que nunca mais ía fazer coisa errada,
que nunca mais ía atender telefone e interromper
conversa, nem xingar nenhuma visita. Jurou que nunca mais
ía dizer palavrão e nem "vai embora ratazana".
Depois, examinando o homem com os olhos arregalados,
expiou dentro da geladeira e perguntou:
- Queria saber só uma coisa: O que é que aquele
franguinho pelado, deitado ali no prato, fez?

(Ricardo Azevedo)
(Imagem da internet)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

*ME ESPANTEI COM A INTELIGÊNCIA DO 'PESTINHA'*

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Tínhamos na escola um aluno que fazia muita bagunça e todo
tipo de travessura. Um dia, enquanto tentava ensinar para
a turma palavras com acento agudo, o garoto subiu no
armário, no canto da sala, ameaçando pular. Eu havia
planejado tudinho para essa aula - seguindo as orientações
da coordenadora. Mas onde estava o meu caderno de
anotações? O aluno tinha levado para cima do armário.
Quase em pânico, eu não lembrava de nenhum exemplo de
frase com palavras acentuadas. Então, escrevi no quadro-
negro a primeira coisa que veio à minha cabeça e pedi
para a turma acentuar:
"A jiboia bebe cafe na xicara". Nesse momento, o menino,
que, de acordo com psicólogos, tinha "lesão mental",
falou:
"Professora, quem escreveu essa frase é muito burro.
Onde já se viu jibóia beber café e ainda na xícara?"
Foi um choque! Parei a aula e disse que ele tinha toda
razão! A partir daquele dia, comecei a olhar para o
"pestinha" de outra maneira... E ele se tornou o
ajudante da professora "burrinha". Depois de dez anos,
somos ótimos amigos e nos admiramos muito. Até hoje,
quando nos encontramos, lembramos daquela jibóia!

"Maria Hellena Alves, Ipatinga, MG,
heleish@uol.com.br "

sábado, 24 de outubro de 2009

*FIZ O RECADASTRAMENTO*


(Imagem da internet)

"Tomei um susto quando vi na minha conta- corrente um
débito de 1.800 reais que eu não tinha feito. O
extrato mostrava que o dinheiro tinha sido usado para
pagar contas de água, luz e gás.

Reclamei no banco e o gerente me perguntou se eu havia
preenchido alguma informação pessoal na internet ou
fornecido a senha para alguém. Fiquei com vergonha e
neguei. Mas lembrei que, dias antes, havia feito
exatamente isso: ao tentar abrir a página do banco,
apareceu na tela uma mensagem pedindo que eu me
recadastrasse, e eu preenchi todos os dados, um a um.
Hoje, continuo fazendo operações pela rede, mas com
um antivírus atualizado. Eu não tomava cuidado,
porque achava que era tarefa do banco cuidar disso."

(Polyana Ruffino, 25 anos, publicitária ,São Paulo, SP)
(Revista VEJA)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

*LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA*


Há cheiros, cores e sabores da infância que se eternizam
na memória adulta. Ficam impregnados na gente, e quando,
por acaso, encontramos com eles de novo, somos
invadidos por uma nostalgia misturada de mágoa daquilo
que já foi e, infelizmente, não poderá mais ser. Cora
Coralina, personagem e autora do livro As Cocadas.
A poetisa e doceira goiana faz um relato simples e
envolvente do dia em que ajudou a prima a fazer
cocadas que deixaria de saborear.

Na época com 10 anos, a menina Cora, quando viu as
cocadas prontas, percebeu um coco gordo, carnudo e
leitoso, mas comeu apenas duas, já que as outras foram
guardadas numa terrina, no alto da prateleira. Por
dias seguidos sonhou com as cocadas, mas nada. Só
tempos depois, quando a prima precisava da terrina
para bater ovos, foi colocada diante dos doces.
Para sua surpresa, estavam embolorados, e foram
oferecidos ao cachorro. "Até hoje sinto dentro de
mim uma revolta - má e dolorida - de não ter
enfrentado decidida, resoluta, malcriada e cínica,
aqueles adultos negligentes e partilhado das
cocadas bolorentas com o cachorro."

(As Cocadas, de Cora Coralina
Global Editora)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

*A LITERATURA COMO SUPORTE*


scraps animados



Em março de 2005 o professor Hugo Monteiro Ferreira, de Cabo
de Santo Agostinho (PE), iniciou um trabalho de aplicação
prática para a sua tese de doutorado. A idéia era trabalhar
o currículo da quarta série de uma escola pública por meio
de uma abordagem transdisciplinar que usasse a literatura
como suporte. A metodologia envolveu três frases: entrevistas
com a professora e com os alunos da turma na qual iria atuar
como professor; encontros temáticos com os alunos e aulas de
leitura de literatura com abordagem transdisciplinar no
ensino do conteúdo curricular da escola.

A primeira etapa tinha como objetivo conhecer a professora e
saber o que os alunos pensavam sobre temas relacionados à
produção do conhecimento na escola e como a relacionavam
com a leitura literária. A base do trabalho se deu com o
conto Tchau, de Lygia Bojunga.
No decorrer do trabalho, outros textos literários, como
Profundamente, de Manuel Bandeira, e Soneto do amigo, de
Vinícius de Moraes, foram usados, pois propiciavam a
articulação de estudos nos campos de português, geografia,
história, matemática, religião e artes. Hugo observa que
o mediador da aprendizagem deve possuir um conhecimento
generalista.
"Não precisa ser um conhecedor de tudo, mas saber promover
as interações necessárias no processo de orientar a
aprendizagem dos alunos", explica. De setembro a dezembro,
Ferreira realizou 13 encontros, de 4 horas cada, com os
alunos. O trabalho foi aplicado numa escola disciplinar,
o que prova que é possível utilizar essa metodologia
sem alterar todo o currículo do município.

"A professora da sala me cedeu o espaço e acompanhou todo
o processo. Não abri mão dos conteúdos de língua portuguesa,
história, ciências, geografia e matemática que estavam
previstos. Eles aprenderam tudo isso de um modo conectado.
O resultado foi um envolvimento muito significativo por
parte dos alunos com a aprendizagem. O texto literário,
por sua natureza complexa, pode ser usado como instrumento
transdisciplinar, mas não pode perder a sua natureza
estética, tornando-se apenas um instrumento didático.
Precisa entrar em sala de aula com toda a sua gama
de contradição", defende.

www.revistaeducacao.com.br

sábado, 17 de outubro de 2009

*P É R O L A*


(Foto da internet)
"Tenho um filho de 5 anos (Vinícius) e anoto todas
as coisas engraçadas que ele fala. Pretendo, um dia,
publicá-las. Amei e fiquei surpresa com a matéria
Pérolas infantis (edição de setembro). Um dia,
quando Vinícius tinha 4 anos, um percevejo
pousou nele e ele gritando, apavorado, disse:
"Mãe, o catacevejo botô fedô nim mim!"
Na hora, eu tive uma crise de risos. E ele,
lógico, ficou chateadíssimo. Mas não deu para evitar."

(Andréa Carla da Hora de Lira, Recife, (PE))

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

*CANTORA: INEZITA BARROSO*


ÍDOLO INESQUECÍVEL:
NOME: Inês Madalena Aranha de Lima
NASCIMENTO: 4/3/25, em São Paulo-SP

ALGUNS SUCESSOS:
'Marvada Pinga', 'Rio de Lágrima', 'Moda da Mula Preta'.

HISTÓRIA:

Ela é cantora, atriz, instrumentista, folclorista,
professora e apresentadora de rádio e TV.

Começou a cantar aos 7 anos. Aos 9,, já era fã de seu
vizinho poeta Mário de Andrade e aos 11 começou a
estudar piano. Estreou profissionalmente em 1950 na
Rádio Bandeirantes, e logo ganhou prêmios de melhor
cantora do rádio. Ultrapassou a marca dos 50 anos
de carreira e de 80 discos gravados. Há 28 anos
comanda o programa 'Viola, Minha Viola' pela
TV Cultura.
(Jornal DAQUI)

sábado, 10 de outubro de 2009

*TELEFONE*


Um homem ligou para outro, que não conhecia, e disse:
- Alô, eu gostaria de falar com o Roni.
- É o próprio!-respondeu o rapaz do outro lado da linha.
- Oi 'Próprio', eu poderia falar com o Roni, por favor?

*LOIRA NÃO TEM JEITO*

Uma velha loira sai do consultório sem entender muito
o que o médico falou.
Intrigada, volta e pergunta outra vez ao doutor:
- Doutor, o senhor disse capricórnio ou sagitário?
- Câncer, senhora, câncer...


*CASAL E A ECONOMIA*

- Querida, com essa crise, vamos ter de começar
a economizar.
- Tudo bem... Mas como?
- Aprenda a cozinhar e mande a empregada embora.
- Tá legal... Então aprenda a fazer amor e pode
dispensar o motorista!

(Imagens da internet e piadas do Jornal DAQUI)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

*PONTA DA LÍNGUA*


Cheia de graça é a nossa língua, portuguesa. Você nem
precisa aprender o á-bê-cê para rir com ela.
Desde pequeno já ouve dizer que mentira tem pernas curtas.
E mentira tem pernas?
E a verdade? A verdade tem pernas longas?
E quando dói a barriga da perna?
Ou quando ficamos de orelha em pé?
O que a barriga tem a ver com a perna, e orelha com o pé?
Pra ser divertido, não leve nada ao pé da letra!
Até porque letra não tem pé. Ou tem?

Pé-de-meia é o dinheiro que a gente economiza.
Pé-de-moleque, doce de amendoim.
Dedo de prosa é papo rápido. Dedo duro é traidor.
Pão-duro, pessoa egoísta.
E boca da noite? E céu da boca?
É uma brincadeira atrás da outra!
Cabeça de cebola, dente de alho, braço de mar.
Com a nossa língua, a gente pode pegar a vida pela mão.
Pode abrir o coração. Pode fechar a tristeza.
A gente pode morrer de medo e, ao mesmo tempo,
estar vivinho da silva.
Pode fazer coisas sem pé nem cabeça.
Mas brincar com palavras também é coisa séria.
Basta errar o tom e você vai parar no olho do furacão.
Então, divirta-se. Cuidado só para não morder a
língua portuguesa!

(João Anzanello Carrascoza, autor desta crônica, é
redator de propaganda e professor da Escola de
Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
www.novaescola.org.br)

(Imagens da internet)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

*LEVANTAR FALSOS TESTEMUNHOS*


Também é roubar, mentir. Nisso, eu era esperta, sabem!
Porque satanás tornou-se meu pai. Porque tu podes ter
Deus por PAI ou satanás, como pai.
Se Deus é amor e eu era ódio, quem era o meu pai!
Se Deus me fala de perdão e de amor aos que me fazem
mal, mas eu dizia, de quem mais faz, mais paga, era
vingativa, era mentirosa, e se satanás é o pai da
mentira, então quem era o meu pai! As mentiras são
mentiras, e satanás é o pai.

São terríveis os pecados da língua! Eu via quanto mal
tinha feito com a minha língua, quando criticava,
quando gozava alguém, quando apelidava alguém. E como
se sentia essa pessoa, como lhe doía aquele apelido
que lhe pus, criando um complexo de inferioridade tão
grande, a ponto de a destruir!
Por exemplo:
Uma pessoa gorda a quem chamei gorda, fazendo-a sofrer,
e como essa palavra terminou numa ação destrutiva!

(Livro: Da Ilusão à Verdade, de Gloria Polo, p. 77)
(Foto da internet)

domingo, 4 de outubro de 2009

*COMO DAR UMA NOTÍCIA*


No meio da madrugada o telefone toca.
- Alô, seu Carlos? Aqui é o Arnaldo, caseiro do seu sítio!
- Pois não, seu Arnaldo! Que posso fazer pelo senhor?
- Ah, eu tô só ligando pra avisar que o seu papagaio morreu.
- Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
- É, ele mesmo!
- Poxa! Gastei uma fortuna com aquele bicho! Ele morreu de quê?
- De comer carne estragada!
- Carne estragada? Quem deu carne estragada pra ele?
- Ninguém! Ele comeu a de um dos cavalos mortos.
- Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Arnaldo?
- Aquele puro-sangue que o senhor tinha! Ele morreu
de tanto puxar a carroça d'água!
- Tá louco? Que carroça d'água?
- Para apagar o incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus!
- Na sua casa! Uma vela caiu, aí pegou fogo na cortina!
- Caramba, mas aí tem luz elétrica! Que vela era essa?
- Do velório!
- Que velório?
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisar e eu dei um
tiro nela pensando que era um ladrão!

"Jornal DAQUI"

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

*NOVOS SOLDADOS*


Vindos da roça, dois primos se apresentam para o serviço
militar. O sargento questiona um deles:
- Qual o seu nome, meu jovem?
- É Tonho.
- Negativo. Agora você é soldado Antônio. Sabe o que você
veio fazer aqui?
- Sei não! Ocês chamaram, eu vim.
- Você veio servir a Pátria. Não se esqueça!
O sargento aponta para a bandeira e indaga o que ela é:
- Uai, não é a bandeira?
- Negativo. A partir de agora aquela é sua mãe.
O sargento volta-se para o outro rapaz:
- Qual o seu nome?
- É soldado Pedro. Eu vim servir a Pátria.
- Isso mesmo. E o que é para você aquela bandeira?
- É minha tia, mãe do Tonho...

"Jornal DAQUI"