quinta-feira, 30 de julho de 2009

*ENCONTROS RUINS*


Você se lembra de ter tido muitos "encontros ruins"?
É claro que sim! Pois saiba que os homens solteiros
passam pelo mesmo tipo de experiência. Vamos analisar
algumas situações do ponto de vista masculino.
Ao falar com Patrícia por telefone, Marcus achou que
os dois tinham muitas afinidades. Mas, durante o
encontro, viu que não era bem assim. Ele conta:

"Eu me orgulho muito do meu apartamento novo, e por
isso achei que seria legal convidá-la para conhecê-lo
numa tarde de domingo. Pensando bem, agora percebo
que ela talvez tenha se aborrecido porque não a
convidei logo para jantar fora. Mas imaginei que se
nos déssemos bem, poderíamos sair para jantar depois
de ela conhecer meu apartamento.
Durante a visita ao apartamento, ela não fez nenhum
comentário positivo. Não disse nada. Quando mostrei
os armários de cozinha que eu mesmo tinha feito, tudo
o que ela conseguiu dizer foi: 'Eu acho que eles
ficariam melhor se fossem pintados de outra cor'. De
repente, eu me vi pensando que talvez eu ficasse mais
feliz se ela fosse de outro jeito.

Pode ser que eu seja demasiadamente sensível, mas achei
que se ela não compreendia o duro que eu tinha dado
para reformar meu apartamento, também não iria
compreender nada a meu respeito."

"Steven Carter e Julia Sokol"

*TOMEI UMA DECISÃO DRÁSTICA HOJE*



BAURU, 5 DE SETEMBRO DE 2008.

Ritinha
Tomei uma decisão drástica hoje. Que se dane os
preconceitos e se vou passar vexame ou não. Do jeito
que está é que não pode ficar. Estou sofrendo muito
e tenho que descarregar este sofrimento, senão não
aguento.
Estou perdidamente apaixonado por você,
irremediavelmente enamorado, loucamente atraído.
Onde quer que eu vá, não posso deixar de pensar em
você, você preenche todos os espaços da minha
mente e também do coração transbordante de amor.

Quero sentir o calor do seu abraço, ouvir palavras
doces proferidas pela sua boca maravilhosa . Seu
corpo é uma tenda de desejos, e seus olhos um poço
de maravilhosas promessas.
Hoje eu resolvi me encher de coragem e escrever
para você contando tudo o que sinto. Ritinha, não
dá mais para segurar senão o meu pobre coração
explode.
Me dê uma chance de fazê-la feliz e também de ser
igualmente feliz.
Um beijo enorme,

Deméter.

"www.edminuano.com.br"

domingo, 26 de julho de 2009

*DIZER O QUE SE QUER*


A discussão estava feia. O restaurante inteiro se calou
enquanto a voz do casal se erguia, cada vez mais alta.
Tudo começara por causa da pizza que eles iriam
escolher. Ele queria calabresa com alcaparras. Ela, que
detestava alcaparras, queria havaiana, e começou a
acusá-lo de nunca dar atenção aos seus desejos. Era um
absurdo ele dizer que o abacaxi estragava a pizza. Além
do mais, se ele se desse ao trabalho de fazer compras e
ajudá-la a cozinhar, não seria preciso saírem com tanta
frequência para comer na pizzaria. E ela também não
queria comer pizza, ela estava começando a engordar.
Será que era pedir demais deixar que ela escolhesse a
pizza ao menos uma vez na vida?

Depois dessa última frase, fez-se silêncio. O restaurante
inteiro ficou na expectativa de qual seria a resposta do
homem. Ele não perdeu a calma. Sorveu o seu vinho, olhou
para o chão, para o cardápio, e finalmente de volta para
a esposa. "O problema não é a pizza, não é?", disse
finalmente. "São os últimos quinze anos".

"Allan e Barbara Pease"

sábado, 25 de julho de 2009

*BOAS MANEIRAS*


A cansada ex-professora se aproximou do balcão do
supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava
ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão
alta, tonteira e um grande número de outras enfermidades.
"Graças a Deus eu me aposentei há vários anos" - ela
pensou. "Não tenho energia para ensinar hoje em dia."
Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão,
ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou
namorada, grávida. A professora não pôde deixar de
notar a tatuagem em seu pescoço.

"Ele esteve preso" - pensou.
Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo
raspado e calças largas levaram-na a conjecturar:
"Ele é membro de uma gangue."
A professora tentou deixar o homem passar na sua
frente.
- Você pode ir primeiro - ofereceu.
- Não, a senhora primeiro - ele insistiu.
- Não, você está com mais gente - disse a professora.
- Devemos respeitar os mais velhos - defendeu-se o
homem.
E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho
para a mulher.
Um breve sorriso adejou em seus lábios enquanto ela
mancou na frente dele. A professora que existia
dentro dela não pôde desperdiçar o momento e,
virando-se para ele, perguntou:
- Quem lhe ensinou boas maneiras?
- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.

"Paul Karrer"
"Livro : Histórias para Aquecer o Coração"

quinta-feira, 23 de julho de 2009

*VOCÊ PASSOU POR MIM*


SANTOS, 15 DE JANEIRO DE 2008.

Meu amor
Acabei de vir da praia, onde, você passou por mim,
fingindo não me notar. Você nem imagina o quanto
esta indiferença me tem deixado triste e abatida.
Você já deve ter notado que estou apaixonada por
você. Não precisaria lhe escrever para dizer isso,
mas faço questão de fazê-lo, para que você tome
uma decisão, se vai namorar comigo ou não.
Preciso de uma definição, não de indiferença.
Quando a gente sabe que se ama de um lado apenas,
a pessoa sofre, porém, com o tempo ela esquece
e segue seu caminho e encontra um novo amor.
Se você disser não, vou sofrer muito, mas não
será o fim do mundo.
Amanhã, novos ventos soprarão. E a vida continua.

Gislene.

"www.edminuano.com.br"

quarta-feira, 22 de julho de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

*ATENDER O TELEFONE, OU NÃO?*


O telefone de Luísa está tocando, e ela não tem
certeza se deve atendê-lo, porque sabe quem é.
É Jorge, um homem que ela conheceu em uma festa
há algumas semanas. Ele já telefonou outras vezes,
e ela não sabe ao certo o que fazer. Uma parte ela
deseja que ele simplesmente pare de procurá-la, e
outra parte gosta de conversar com ele. Os dois
têm muito em comum, ele é divertido e muito
inteligente. Então, qual é o problema? O problema
é que ele está longe de ser bonito. Longe mesmo.

E o que acontece é que Luísa está preocupada com
o que as pessoas pensarão se ela for vista com um
homem que não irradia carisma e sensualidade. Luísa
afirma que quer um relacionamento duradouro com
um homem bom. No entanto, não está realmente claro
se Luísa reconheceria um homem bom se visse um.

O que ela precisa fazer é olhar ao seu redor e ver
como são os homens bons. Ela precisa olhar os
homens que estão nos supermercados com suas
famílias, nos campos de golfe com seus amigos,
em restaurantes com suas esposas, e em praias,
parques ou jardins zoológicos com seus filhos.
Poucos desses homens se parecem com os modelos
dos anúncios de camisas de grife. E Luísa
precisa saber que isso é uma coisa boa e não
uma coisa ruim.

"Steven Carter e Julia Sokol"

segunda-feira, 20 de julho de 2009

*GRAVIDEZ DA AMIGA*


Orkutei.com.br



Uma solteirona descobre que uma amiga ficou
grávida com apenas uma oração que fez na igreja
de uma cidade próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja:
- Bom dia, padre!
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, eu soube que uma amiga minha
veio aqui umas semanas atrás e ficou grávida
só com uma Ave-Maria. É verdade, padre?
- Não, minha filha, não foi com uma Ave-Maria.
Foi com um padre-nosso...
Mas ele já foi transferido!

"Piada do leitor, Eitor Eschaeffer,
enviada para o Jornal DAQUI"

domingo, 19 de julho de 2009

*ORAÇÃO DOS VICIADOS NA INTERNET*




Hoje é domingo, vou dançaaaaaaarrrrr!!!
Vou amaaaaaaaaarrrrr!!!
Divertir é saudável.


Vamooooooosssss festejaaaaaaarrr!!!

***Ana Maria Gonçalves***

sexta-feira, 17 de julho de 2009

*NOITE DENSA*


Orkutei.com.br



PEQUIM, 3 DE JANEIRO DE 2008.

Wang Lee
Por mais densa que seja a noite, sempre surge o sol.
Porém, continuo vivendo na noite porque o meu sol
desconhece completamente os meus sentimentos. O yin
continua sem o seu yang, assim que os dois se
encontrarem, haverá paz e amor no meu universo.
Honorável Wang Lee, o meu sol é você; você é o meu
yang. O meu ninho de jade clama por seu cetro de
jade, para que o pássaro de fogo possa voar na
imensidão dos céus e informar aos deuses a grandeza
do nosso amor.

Gostaria de ser uma boa esposa para você e ter uma
família numerosa. Meus pais estão querendo impor
um casamento arranjado, com um rico pretendente.
Mas é a você que quero.
O ano que desponta, na próxima lunação será o ano
do Boi, muito propício para o casamento.
Humildemente aguardo uma resposta.
Sempre sua,
Wen Wei

"www.edminuano.com.br"

quinta-feira, 16 de julho de 2009

*ANDO SEM RUMO E SEM PRUMO*


RECIFE, 22 DE DEZEMBRO DE 2008

Nildo.
O calor está insuportável, como também igualmente
insuportável está os meus sentimentos. E a dúvida
atroz que me mata, esse será que não preenche o
grande vazio que parece existir em meu peito. O
vazio que se perde na garganta, formando um nó
que não consigo engolir.
Tudo começou depois que você apareceu em minha
vida. Você não pediu licença e foi logo se
instalando no meu coração e tomando conta dos meus
pensamentos.
Ando sem rumo e sem prumo. O desejo se torna uma
obsessão. Não sei como desvencilhar desta teia,
aliás, nem sei se quero libertar-me. Estou como
uma masoquista que gosta de sofrer, sofrer por
amor. Esta sensação de dependência me domina,
provocando um leve torpor nas minhas partes mais
íntimas.
Quer ser meu homem para sempre? Embora "para
sempre" seja uma expressão muito dura, é o que
sinto agora.
Perdidamente apaixonada,
Sheila.

"www.edminuano.com.br"

quarta-feira, 15 de julho de 2009

*TINHA MEDO DE ESTAR DOIDA*


"Em 1998 meu marido passou em um concurso em outro
Estado. Apaixonada, larguei tudo para acompanhá-lo
em nossa nova vida. A euforia logo deu lugar à
solidão. Passava muito tempo sozinha. Vivi 7 anos
e 11 meses escondida dentro de uma casa. Não sei
se a mudança foi a causa da tristeza que virou
depressão, mas o certo era que sentia uma dor
imensa. Logo eu, que sou do signo de leão e
sempre fui reconhecida por ser batalhadora,
otimista e guerreira.

Lembro que lá era um calorão e eu ía para a cama
e me cobria de cobertas às 20 horas. era uma
tentativa de me proteger da dor. Acabei buscando
refúgio no álcool. Foi meu fundo do poço. Bebia
e sentia culpa. Sentia culpa e bebia. Tinha medo
de descobrir que estava doida. Sentia que estava
sucumbindo, morrendo aos poucos. Meu marido não
teve a sensibilidade de ver que eu precisava de
ajuda, que acabei encontrando com os amigos. Me
levaram a um psiquiatra, o que foi fundamental
para minha recuperação. Com a ajuda da família
e dos meus amigos, consegui vencer a depressão,
uma dor que não desejo a ninguém."

'Estela, 51 anos'

"Jornal O POPULAR"

terça-feira, 14 de julho de 2009

*RAINHA DAS RECLAMAÇÕES*


"Preciso da ajuda de vocês. Sou casado com a Rainha
das Reclamações e não suporto nem mais um minuto sua
implicância, suas censuras e suas queixas. Da hora
que eu chego em casa até a hora em que vou dormir,
ela fica reclamando o tempo todo sem parar.
Chegamos ao ponto em que a única comunicação que há
entre nós é ela me dizendo tudo o que eu deixei de
fazer durante o dia, a semana, o mês e desde que
nos casamos.

A situação está tão ruim que estou pedindo ao patrão
para ficar trabalhando depois do expediente. Dá para
imaginar? Eu prefiro ficar no trabalho do que voltar
para casa. Ficar ouvindo as reclamações dela me
causa um estresse tão violento que a dor de cabeça
já começa no carro, no caminho de volta. Não devia
ser assim - eu devia me alegrar por largar o trabalho
e chegar em casa para vê-la.
Meu pai costumava me dizer que toda mulher reclama e
enche o saco, mas eu não acreditava nele até me
casar. Meus colegas dizem que suas mulheres também
reclamam com eles o tempo todo. É verdade que as
mulheres são assim de nascença? Por favor, me ajude."

"Jeremy Dominado"

"Allan e Barbara Pease"

domingo, 12 de julho de 2009

*'CHEGUEI A PONTO DE TENTAR SUICÍDIO'*


"Há pouco mais de um ano, comecei a conviver com
uma assustadora melancolia. O primeiro sintoma
foi o isolamento. Quem me conhecia desconfiava da
minha ausência em festas e reuniões de amigos.
Ficar em casa ouvindo músicas tristes era o que
eu me satisfazia. Sentia tanta dor, inclusive
física, pela somatização de angústias, que no
início, mesmo com a ajuda de um terapeuta, uma
psiquiatra e vários medicamentos, não conseguia
me ver longe daquele abatimento. Acreditava que
minha vida era como um teatro no qual eu inventava
meus personagens e apresentava uma péssima
atuação."

Passei por tantos estágios de aflição que cheguei
a ponto de tentar suicídio e ser internada em
uma clínica psiquiátrica. Minha família sofreu
junto comigo. O pior era ter de tentar esconder
isso de algumas pessoas, pois, passada aquela
fase, como os outros iriam me olhar? Como meus
colegas de trabalho se refeririam ao assunto?
Com pena? Medo? É muito triste sermos julgados
durante toda a vida por uma fase. Hoje entendo
que, quando meus problemas não são resolvidos,
eles tendem a me levar à depressão. Nesse aflitivo
ciclo em que vivo, estou cercada dos cuidados da
família e de amigos. Minha depressão tem sido
vencida e no fim ela mesma encabula e sai
correndo."
Marta, 28 anos*

(Jornal O POPULAR)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

*É VOLÁTIL OU VOLÚVEL?*


A garota vai se confessar, se ajoelha e vai falando
ao padre:
- Padre, preciso que o senhor me perdoe pelos meus
pecados.
- Conte seus pecados, minha filha.
- Eu sou noiva há três anos e ontem à tarde
encontrei um ex-colega de trabalho. Ficamos
conversando e depois ele me convidou para conhecer
seu apartamento. Aí eu fui. E terminamos na cama,
padre. Sabe, é que eu sou tão volátil.
- Volúvel, minha filha, volúvel!

- Anteontem encontrei um amigo que não via há muitos
meses, conversamos, fomos jantar, aí ele me levou
para conhecer um motel novo.
Eu fui e terminamos na cama, padre. É que eu sou
tão volátil, padre.
- Volúvel, minha filha, volúvel.
- Hoje eu estava passando aqui no jardim da igreja
e encontrei dois colegas do colegial. Conversa vai,
conversa vem, acabei entrando com os dois no
banheiro e os dois fizeram amor comigo. Sabe como é,
né? Sou muito vol... Como é mesmo a palavra, padre?
- Puta, minha filha, puta!!!

*Jornal Diário da Manhã*

quarta-feira, 8 de julho de 2009

*SITUAÇÕES UM POUCO DIFERENTES*


Enquanto isso, Teresa, uma amiga de Débora, está
enfrentando uma situação igualmente conflitante.
É a primeira vez que ela sai com um homem
fantástico, e mal pode acreditar no que está
acontecendo. Eles jantaram fora, depois foram
tomar um café e agora estão sentados no sofá
da casa dela.
Teresa se sente como se conhecesse esse homem
há muito tempo, e não quer que a noite acabe.
Ele a beija, e ela não quer que o beijo termine.
Sabe que existe uma maneira de garantir que
a noite se estenda por mais tempo. Sabe também
que, se ele não parar agora, vai ser muito
difícil não ir até o fim.
Teresa e Débora estão vivendo situações um
pouco diferentes. Teresa sonha com uma vida
cheia de jantares compartilhados;
Débora sonha com 10 dias de piñas coladas e
uma carona para o aeroporto. No entanto, nesse
momento, o que está em jogo é exatamente o
mesmo para ambas: deve-se ter intimidade física
com um homem praticamente estranho?
Não queremos arruinar as férias de Débora, e
não queremos jogar água fria nas fantasias
matrimoniais de Teresa. No entanto, a verdade é:

"Você não pode se dar ao luxo de fazer sexo com
um estranho".
(Steven Carter e Julia Sokol)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

*CASAL ASSISTINDO UM BALÉ*



O sujeito assiste a um balé com a mulher,
quando de repente começa a rir.
- Por que você está rindo, Rubens?
- Estou imaginando, Sandra, qual seria a
reação do público se de repente eu pulasse
no palco e fizesse amor com uma das bailarinas.
A mulher não faz nenhum comentário, mas pouco
depois começa a rir.
- Por que você está rindo, Sandra?
- Estou imaginando o que você faria se o
público pedisse bis!

"Jornal DAQUI"

sábado, 4 de julho de 2009

*DÁ PARA VIVER SEM FUMAR*


"Comecei a fumar aos 13 anos e fumava de um
maço a um maço e meio por dia. Mas, como tenho
uma doença cardíaca grave e já fui operada três
vezes, não poderia fumar jamais. Tentei parar
algumas vezes, mas nunca consegui. Em março,
tive uma embolia pulmonar e minha médica disse:
'Ou você pára, ou você morre'. A última cartada
era o novo remédio. Até agora, está dando certo.
Se dependesse de mim, eu continuaria fumando.
Gosto da fumaça, do cheiro, da sensação...
A diferença é que, em comparação às outras vezes
em que tentei parar, não tenho mais vontade
de fumar, apesar da saudade do hábito.

Sinto falta especialmente naquelas situações
em que certamente estaria com o cigarro nas
mãos, como quando saio à noite. Sem o cigarro,
estou mais ansiosa e comendo mais. Por causa
do remédio, sinto enjôos. Mas dá para viver
sem fumar."
"Gabriella Jorge de Moraes, 26 anos,
estudante de psicologia"

quinta-feira, 2 de julho de 2009

*APAIXONADA*

mensagens bonitas




CAMPINAS, 22 DE SETEMBRO DE 2008.

Nandinho.
Sonhei de novo com você, Nandinho.
Foi um sonho lindo. Neste sonho, vivíamos uma
deslumbrante história de amor. Você era
apaixonado por mim e queria estar a todo
instante perto de mim, cobrindo-me de carícias
e beijos.
Então, resolvi lhe escrever. Para acabar de uma
vez para sempre com a minha agonia, esta
incerteza que consome todo o meu ser. Estou
loucamente apaixonada por você, Nandinho. Você
nunca sentiu isso na minha presença? Esta
emanação forte de amor que sinto por você?
Quando sonho, quero não mais acordar. Ou, se
acordar, que seja com um beijo seu. Se não
me amar, fique comigo. Em se ficando e dando
tempo para mim, poderei ensiná-lo a me amar.
Perdidamente sua,
Ana Paula.

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

*PAREÇO UMA BOBA*


CURITIBA, 15 DE JUNHO DE 2008.

Marcelo
Com as mãos congelando, mas aquecidas pelo
calor ardente do coração, traço estas poucas
linhas para expressar o âmago do meu ser.
Depois que conheci você, a minha vida mudou
completamente. Vejo todas as coisas com
outros olhos e consigo vislumbrar cores que
antes não imaginava que existissem.

Pareço uma boba. Ora estou numa alegria
incontrolável, ora numa tristeza sem fim. As
canções me tocam mais a fundo, a letra me faz
chorar e a música embala a minha alma. Tenho
um pesadelo, acordo sobressaltada e lembro-me
de você . E pensando em você, adormeço, e
volto a sonhar. Aliás o mundo real começou a
fazer parte do meu sonho.

Sonho que sou a sua namorada, que você me tem
em seus braços, que seus lábios roçam os meus.
Beijos frenéticos e corpos que se procuram
em mil carícias.
Indago, através destas linhas, se é possível
tornar este sonho em realidade.
Pode?
Estou amando você. Que tal concretizar o meu
sonho?

Catia

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