Usuários online

quarta-feira, 10 de junho de 2009

*ANIVERSÁRIO DE 15 ANOS*




No dia 14 de julho de 1992 foi aniversário de 15
anos da minha filha. Foi uma grande festa.
Com minha união matrimonial com Beto,
nasceram quatro meninos; mesmo com recomendações
médica, eu decidi arriscar outra gravidez, na
tentativa de vir uma menina. Nove meses
passaram, no dia 14 de julho de 1977, às 17hs,
na Maternidade S. Sebastião, em Vianópolis, Goiás,
nasceu através de uma cesariana, uma menina, sendo
acolhida pelo Dr. João Eudes, enfermeiras e
Comissão de Estagiários do Projeto Rondon. Minha
família ficou muito feliz.

A escolha do nome foi feito pelo tio Magno.
Marciene ao nascer, pesava 2.950g, com estatura
de 60cm.
Com um mês de idade foi seu batismo.
Com 2 anos cantava músicas e conseguia decorá-las.
Com 6 anos foi alfabetizada pela professora
Margarida.
Hoje, Marciene cresceu, está completando 15 anos,
é uma debutante. E neste crescer muita coisa vai
mudar; seus sentimentos e suas idéias.
É um momento belo e comovente.
Hoje, ela está rodeada de parentes e amigos que
a ajudará subir os 15 degraus de sua existência.
É mais um passo para a sociedade que a espera
de braços abertos com flores ou talvez
espinhos; mas, como é uma menina educada, meiga
e compreensiva, saberá seguir toda jornada
sem tropeçar.

Mesmo crescida, não deixará desaparecer o seu
lado ingênuo e infantil.

***Minha história verídica, Ana Maria Gonçalves***

terça-feira, 9 de junho de 2009

*O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM, O CORAÇÃO NÃO SENTE*


Grande parte dos meus amigos está no Japão
trabalhando. A maioria formada nas melhores
faculdades não encontrou grandes perspectivas
profissionais no Brasil. Roberto é um deles.
Casados há quase duas décadas, ía sobrevivendo,
sempre deixando de pagar alguma conta no
final do mês.
Decidiu então ser um decassegui (Descendente
de japoneses que retorna ao Japão a trabalho).


A mulher ficou em Bauru, cuidando dos filhos,
triste e solitária, mas lembrando sempre que
aquilo era para o bem comum.
Dois longos anos se passaram. Eles conseguiram
dar uma boa entrada numa casa, em Bauru. O
carro da família foi trocado por um mais novo.
Parecia que a vida tomava um novo rumo.

Reiko estava quase feliz, lembrando sempre que
a separação era para o bem deles. Os filhos
tinham se ingressado na USP de Bauru. Então,
Reiko resolveu ir também trabalhar no Japão,
pois poderia ajudar o marido a conseguir
independência mais cedo.

Não contou nada a Roberto, iria lhe fazer
uma surpresa. Ao chegar na terra do sol
nascente, procurou o apartamento de Roberto.
Era domingo, talvez um dia de folga do
marido.

Uma mulher com uma criança no colo e seu
marido (dela mesmo) olhando-a com ares de
espanto, ao lado da porta aberta. Reiko
deduziu tudo: seu marido havia constituído
uma nova família.

A dor que era de saudade se transformou
numa outra dor, a dor de uma mulher traída,
enganada. Ao mesmo tempo uma dor desesperada.
Viu seu sonho se desfazer diante da
realidade. Talvez, se tivesse ficado no
Brasil, desconhecendo os fatos, continuaria
vivendo na doce ilusão.
O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM O CORAÇÃO NÃO SENTE.

"Shiranu ga hotoque, Desconhecer é divino
pensamento faponês"

segunda-feira, 8 de junho de 2009

*NÃO VEJO MOTIVO*


Desde 1991, estou sentindo que o Beto está
diferente. Cobro sempre a presença dele, estou
sentindo que para ele o trabalho está em
primeiro lugar, deixando seu lar no segundo
plano. Tento falar, peço mais atenção, mas
sinto que foge, e não vejo motivo para tudo
isso.
Em setembro desse mesmo ano, foi casamento
do meu filho mais velho. Foi lindo, não
chorei, segurei as emoções.
Comecei a rotina. Muito trabalho, e em casa
quase não encontrando com o Beto. Sentindo
uma solidão imensa.

No dia 31 de outubro desse ano foi aniversário
do meu amor. Mandei uma carta apaixonada para
ele no trabalho.
No mes seguinte, novembro, foi casamento do
vice-prefeito, Francisco de Abreu com a jovem
Raquel. Fomos testemunhas na igreja evangélica.
Foi belo!
Escrevi esse acróstico pensando no Beto.

Bom demais, mas distante.
Esperar muito, receber pouco.
Tolerar sempre, constante.
Optar, aceitar ou ficar louca.

***Minha história. Fato verídico, mas hoje
superado. Ana Maria Gonçalves***

sábado, 6 de junho de 2009

*NINGUÉM NASCEU PARA FICAR SOZINHO*

mensagens lindas




O Sol, regente de 2009, beneficia a mulher.
Dizem os chineses que a mulher que casar no
ano do Boi (regente de 2009, pelo Horóscopo
Chinês) terá uma existência longa e feliz.

O que se sabe é que um homem não nasceu para
ser só; ele precisa se completar, porque a
sua metade é a mulher. É ela o talismã do
homem. Atrás de um grande homem está sempre
uma grande mulher.

Marcos, colega meu dos tempos estudantis,
tinha um projeto na vida: só se casaria
quando estivesse firmado na vida;
profissionalmente, socialmente e
materialmente.

Formou-se e durante anos seguiu a risca o
seu ideal. Todavia, se vencia numa parte,
faltava a outra parte. E alguns anos se
passaram. Foi então que conheceu Érica.
Paixão à primeira vista. Conheceu os pais
dela e ela, os seus. E o tempo foi passando.
E Érica foi ficando impaciente. E ele dizia
que faltava pouco; o pouco que nunca
chegava. Até que...ela perdeu a paciência:
- Ou você casa comigo ou terminamos AGORA!

Muito a contragosto, para não perder seu
grande amor, Marcos acabou se casando.
Aí a coisa se deslanchou: o seu projeto
de vida tinha se realizado. A mulher lhe
trouxera sorte. Hoje, Marcos e Érica
vivem felizes ao lado dos filhos.

Amar - a todos é dado. Basta viver.
Simplesmente. Mas amar e ser amado
é sina de pouca gente.

"www.edminuano.com.br"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

*O VERDADEIRO AMOR*


Maria nasceu numa família pobre, porém nunca
lhe faltou o essencial. Cresceu livre com
seus sonhos e fantasias. Seus pais sempre
estiveram presentes, seja nas reuniões
escolares, ou todos os dias nas principais
refeições. Podia-se dizer que Maria era feliz.

Maria se tornou adolescente. Conheceu o
primeiro amor, puro, ardente e sincero. A sua
mãe era sua confidente, sua melhor amiga.
Um dia Maria conheceu um rapaz, rico,
muito rico. Ele, por sua vez encantou-se com
a simplicidade de Maria. Para lhe fazer
corte, mandou-lhe flores que encheram o
pequeno quarto de Maria. Depois, vieram
outros presentes, jóias caríssimas.

E, assim inebriada, Maria esqueceu o seu
primeiro grande amor. Casou-se com o rapaz
rico. Um casamento cheio de pompa. Os
primeiros tempos foram uma maravilha.
Porém, aos poucos Maria foi descobrindo
que dinheiro não era tudo. Veio o tédio.
Sentia-se presa numa gaiola de ouro.
Nada lhe faltava materialmente.

No entanto, sentia saudade da vida simples,
do seu primeiro amor. Algo a sufocava. A
realidade era outra. Então, Maria, voltou
para sua casa, deixando tudo para trás.

Atualmente, Maria está casada com o seu
primeiro amor; vive numa casinha com
seus dois rebentos, mas inteiramente
livre e feliz.
"www.edminuano.com.br"

quinta-feira, 4 de junho de 2009

*SAUDADES DO PAPAI*


A cada dia que passa sinto saudades do
papai. A coisa pior na vida é perder um
ente querido. Disso tenho certeza, ninguém
morre enquanto permanece vivo no coração
de alguém.
"Sabemos com efeito, que quando for destruída
esta tenda em que vivemos na terra, temos
no céu, uma morada eterna, que não foi feita
por mãos humanas". (2 Cor. 5,1).
Cada encontro da nossa família recordamos os
momentos que passamos com ele. Sua imagem
ficou gravada em cada irmão que entra e sai,
somos pedaços deste homem muito homem que
nos ensinou a amarmos, educando-nos muito
bem. Hoje só nos resta a lembrança; eu
sempre admirei sua coragem, honestidade,
bravura, esforço, trabalho, amor, sinceridade,
franqueza; ele era alegre, brincalhão, forte
e capaz de enfrentar todas as barreiras.

Espírito religioso e conservador. Pessoa
capaz de amar sem troca, perdoar quando fosse
preciso, sentia junto os problemas das
pessoas.
Os dias passaram e continuam passando, a cada
momento assusto, sinto um vazio muito grande.
SAUDADES!!!

***Minha história, fato verídico, Ana
Maria Gonçalves***

terça-feira, 2 de junho de 2009

*GESTO DE AMOR*


Li o artigo "DOE VIDA", (maio) e revivi os
momentos que passei com a morte de meu filho,
que sofreu um acidente de moto em junho de
2007. Quando soubemos que tinha sido decretada
a morte encefálica, minhas duas filhas e eu
fizemos o que sempre foi a vontade dele: doar
o que pudesse ser doado.
Depois, soube que o coração de meu filho havia
salvado a vida de um pai de família.
Nos conforta saber que algo dele ainda sobrevive
e, apesar da saudade, gostaria de chamar a
atenção para o fato de que a doação de órgãos
é muito importante e ninguém deve se omitir.
Doar órgãos é um gesto de amor!

"Laurete Lorenzon Vieira, por e-mail"