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domingo, 23 de novembro de 2008

#BASTA CONVERSAR COMIGO#


Continuando com o curso em 1987, muito
trabalho, mas sei que o futuro se constrói
com o amor do presente. O amanhã se edifica
com a responsabilidade de nossa tarefa bem
desempenhada. Continuei com as aulas de
catequese. Procuro aproveitar o meu tempo.
Sou professora, catequista, mãe, esposa,
avó e dona de casa. Dedico o meu trabalho
com carinho, sempre dando bom exemplo aos
que me cercam.
Gosto de ler e escrever.
Quer conhecer meu temperamento!!!
Basta conversar comigo alguns minutos, vai
descobrir que sou humana, justa e sincera.
"Se uma criança fez sorrir o mundo, nós
sendo bilhões, que podemos fazer!!!
Pense. Medite... Decida-se".

"A vida verdadeira brota, cresce, supera
dificuldades, resiste às tempestades"...

***MINHA HISTÓRIA: Ana Maria Gonçalves***

sábado, 22 de novembro de 2008

# INFÂNCIA#


Recados e Imagens - Anime - Orkut




Meu pai montava a cavalo, ía para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo. Meu
irmão pequeno dormia. Eu sozinho menino
entre mangueiras lia a história de
Robinson Crusoé. Comprida história que
não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que
aprendeu a ninar nos longes da senzala
- e nunca se esqueceu, chamava para o
café. Café preto que nem a preta velha,
café gostoso, café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo olhando
para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava no mato sem fim
da fazenda.
E eu não sabia que minha história era
mais bonita que a de Robinson Crusoé.

"Carlos Drummond de Andrade"

terça-feira, 18 de novembro de 2008

#NUNCA ESTAMOS SÓS#


Em abril de 1988, eu e Beto, participamos
de um encontro de casais, onde descobrimos
que nem sempre estamos sós; o Cristo nos
acompanha; crescemos muito. Como é bom
saber que nunca estamos sozinhos, sempre
existe uma mão amiga estendida para nós,
obrigada Senhor! Por nos dar essa
oportunidade de Te encontrar.
Agradecemos aos casais, principalmente
aquele que nos convidou, dona Maria Lúcia
e senhor Sérgio Seixas. Também o casal
que trabalhou externamente olhando nossos
filhos, dona Marlene e senhor Carlos.

"Não sejamos como o jornal de ontem:
inútil, só para embalagens; que nossos
lares sejam como a imprensa, levem a todos
notícias de paz e de amor a toda a cidade".
"Que as gotinhas de amor e de paz unidas
formem um grande rio de alegria a correr
pelo mundo".

***MINHA HISTÓRIA: Ana Maria Gonçalves***

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

#O MENINO DO JORNAL#


Um menino, que vendia jornais, certo dia
conseguiu vender todos os jornais que
seu padrasto havia mandado.
Era um dia de inverno e ele viu uma
menina na rua que chorava e ele foi
perguntar o que estava acontecendo, a
menina disse que ela vendia jornais mas
todos voaram no vento, e se ela chegasse
em casa sem dinheiro e sem jornais,
seria expulsa de casa.

O menino ficou triste com a estória da
menina, que pegou o dinheiro que ele
tinha juntado vendendo jornais e deu à
menina.
Chegando em casa o padrasto perguntou
onde estava o dinheiro, ele disse que os
jornais voaram, e que ele não conseguiu
vender nenhum, por causa disso, o
padrasto na mesma hora o expulsou de casa.

No outro dia os garis o encontraram morto
de frio em um canto.
O menino foi tão solidário que morreu para
ajudar o próximo, este fato realmente
aconteceu na Inglaterra.

"Desconheço o autor"

domingo, 16 de novembro de 2008

# CONTOS #


Recados e Imagens - Fadas - Orkut




Um dia eu deixei de acreditar nos
contos de fada que um dia ouvi.
Já não podia nem imaginar que havia
um príncipe pra me acordar.
Mas você se aproximou de mim
tudo mudou ao mesmo tempo...
As flores nasceram no jardim, e
mudou até a direção do vento.

E tudo começou ser tão diferente, não
havia mais nenhuma estação... Não
havia nem o nunca, nem o sempre,
nem inverno, nem verão... Sim,
nós tínhamos sonhos iguais... E o tempo
transformou-se em eternidade, e as
fantasias tornaram-se reais...
E descobri que os contos eram de verdade.

"Karina Perussi"

"Quanto mais me despedaço. mais fico
inteira e serena".
"Liberdade é uma palavra que o sonho
humano alimenta, não há ninguém que
explique, e ninguém que não entenda".

"Cecília Meireles"

sábado, 15 de novembro de 2008

#OVIRANDÔ...#


(VAMOS ABRIR AS JANELAS):
... é preciso muita calma. Vamos abrir a
janela, bem devagar...primeiro a gente ergue
a vidraça (humm! o perfume invade todo o
quarto)...depois se destranca a veneziana...
de-va-gar, bem de-va-ga-ri-nho...abra primeiro
uma banda, depois a outra...a vista arde com
a forte luz do sol...len-ta-men-te se vai
distinguindo as imagens multicoloridas...
gente, chegou a Primavera! É flor que não
acaba mais. Pássaros de mil cores, formas e
cantos. Borboletas, joaninhas, pirilampos,
abelhas.

("Oh, abelha rainha, faz de mim um instrumento
do teu prazer...").
E sabe porque ela chegou!!! Para coroar
setembro, o mês da Pátria. Coroar outubro, e
porque não novembro! Ela enfeita de flores.
Afinal é o mês de novos tempos, da esperança
verde e amarela, puxando todo o arco-íris.

E a gente canta o mais belo hino do mundo.
("Ovirandô Ipirangas margens pláaacidas...").
Não importa que a maioria desconheça a letra
verdadeira e o seu sentido. Mais vale a
paixão. O resto é lucro. E o nosso hino soa
sotaque bem caipira. É aí que você esquece o
asfalto todo que o cerca, essa fumaça toda
no ar, a cidade cinzenta. E o Brasil inteiro
vira um grande sertão. Afinal, chegou a
Primavera...que tal a gente abrir a janela
(antes que seja tarde!!!)...

"Oswaldo Faustino"

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

#SONHOS E OBSTÁCULOS#


Imagens, Mensagens, Frases e Vídeos - Paisagens - Orkut




Domingo do dia 9 de novembro de 2008; dia
maravilhoso, até sonhar.
Saí para dançar e encontrar com meu amor.
Namoramos e dançamos bastante. As vinte
e três horas cheguei em casa e me
preparei para dormir. Muito sonolenta e o
corpo pedindo repouso, adormeci.

Sonhei que eu e a amiga Raimundinha
estávamos andando numa rua a procura de um
determinado hospital. Não sei para quem
era a visita. As ruas pareciam labirintos.
Para chegar lá, teria que atravessar uma
barreira que era: seguir ao lado de um
muro amplo, e num determinado lugar havia
um obstáculo: entre o muro e um grande
buraco, só havia meio metro de estrada. A
amiga atravessou.

Nesse mesmo obstáculo, uma grande árvore
do outro lado do muro, bem coladinha.
Pensei, matutei, e nada de coragem de
atravessar. Surgiu idéia, subir na árvore,
passando de galho em galho até vencer a
distância do grande buraco ao lado
do muro.

Assim fiz. Consegui ultrapassar a barreira
e desci da árvore e do muro. Fomos ao
hospital. Muita tristeza; quartos
bagunçados, lotação de pacientes, lixos
tomando conta das portas; até fralda de
cocô de crianças e de idosos estavam
soltas naquele espaço.

No final da história, não conseguimos
visitar ninguém, nem sei quem eu ía
visitar. Acabei pisando nas fezes soltas.

***MINHA HISTÓRIA: Ana Maria Gonçalves***